
Há dias em que, apesar da crise, da seca e do resto das desgraças que parecem não querer largar-nos, apetece cantar e dar graças a Deus porque, de facto, a Sua Bondade encheu a terra! Basta ver as maravilhas que uma manhã de sol (por entre nuvens) nos mostra, desde o verde (acastanhado) da terra, até ao canto dos pardais!
Ontem, na minha catequese, estivemos a ver como é que Jesus rezava. Foram lidos alguns textos dos Evangelhos que nos mostram Jesus a rezar. E dei por mim a perceber de uma maneira nova a oração de Jesus, isto é, a Sua relação íntima, confiante e segura, com o Pai, mas também com os homens. O objectivo era perceber a importância e o lugar que a oração teve na vida de Jesus e aprender com Ele a rezar!
A oração de Jesus, conforme no-la mostram os Evangelhos, é uma oração muito humana, de súplica, de gratidão pelas maravilhas de Deus, de confiança... Só aquele pedido de perdão para os que O estavam a matar me parece vir de um coração completamente tomado pelo Amor, mas, se analisarmos bem, também o Pai-Nosso, as orações de louvor e gratidão...
Resumindo: graças à catequese, vou aprendendo e apreendendo alguma coisa! Porque, nos últimos tempos, não foi só sobre a oração que aprendi alguma coisa! Participei nalgumas actividades diocesanas da catequese e aí aprendi bastante. E aquilo que aprendi faz-me dar graças a Deus pela Sua Bondade e pelo Seu grande Amor por toda a humanidade e confiar que, apesar de continuarmos a abrir as portas ao Mal (e a fecha-las a Ele), Ele não pára de nos atrair para Si.
Por isso Bendito seja Deus pelos séculos dos séculos!

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